Arquivo | fevereiro, 2012

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O duelo de gigantes no Super Bowl

Postado dia 06 de fevereiro de 2012 by Pedro Martinez

“Daqui pra frente…tudo vai ser diferente”…com certeza essa era a música, do nosso Rei Roberto Carlos, que tocava a mente de Tom Brady os minutos que antecederam a finalíssima do Super Bowl contra o seu carrasco de 2008, Eli Manning.

O nervosismo era grande, afinal, não parece possível um mesmo “erro” se repetir assim.

Eli Manning cantou para o Sr. Bündchen aquela do Jota Quest “vai ser sempre assim!”.

O favoritismo do New England Patriots novamente sucumbiu a estrela do QB herói do New York Giants. Não faltou nenhuma gota de emoção nesse Super Bowl que entrará para o Hall dos melhores jogos finais da liga. Nada estav decidido até o último segunda da parte. O ingresso valeu por tudo: o jogo limpo, as jogadas perfeitas, os recordes quebrados e o show da Madonna no half time.

Em atuação, Eli e Brady foram exímios…se pudessemos dar 2 prêmios MVP, daríamos aos dois QBs. Eli acertou 30 de 40 passes para 296 jardas e um touchdown – sem cometer nenhum turnover; já Brady acertou 27 de 41 para 276, dois touchdowns e uma interceptação – e cometeu um turnover, o intentional grounding do primeiro quarto que gerou o safety novaiorquino.

Eli Manning, o QB antes pouco badalado, agora passou o irmão mais velho, Peyton, em Super Bowls, tendo 2 anéis contra apenas um do irmão. Brady até bateu o recorde de 16 passes consectivos em uma final mas, o recorde mais importante, de ganhar seu quarto Super Bowl, igualando-se a Joe Montana e Terry Bradshaw, os únicos quarterbacks da história com quatro títulos da NFL, ficou para outra chance no futuro.

O jogo? Pois bem…

Através de um safety após um intentional grounding de Tom Brady dentro da endzone, o time novaiorquino abriu o placar em 2 a 0 e se empolgou bastante. Tanto que logo de cara, na segunda campanha da partida Eli Manning achou o latino Victor Cruz dentro da linha de fundo para marcar os 6 pontos do TD e dançar a sua salsa antes do extra point certeiro. Giants dominou o resto do 1º inteiro, não dando chance pra nenhum ponto dos Patriots.

No 2º quarto a história foi praticamente a mesma…a única é que mesmo jogando muito mal os Pats fizeram seu TD bem no finalzinho do primeiro tempo e foram pro intervalo em 10 a 9.

Intervalo chegou, e Madonna entrou, de CLEÓPATRA.

Na volta do Half Time, Brady, com a faca nos dentes, tratou logo de achar o TE Aaron Hernandez na endzone para um TD, logo no começo do segundo tempo, para mostrar para Eli que dessa vez o anel seria dele. Pelo resto do 3º quarto o New England Patriots dominou tudo, e o Sr. Bündchen bateu seu recorde de 16 passes seguidos e estabeleceu um novo recorde da história do Super Bowl.

17 a 9.

Então, logo no início do 4º período a nuvem negra chegou para ficar sob a cabeça de Tom Brady: lançou uma interceptação e deu um fôlego aos Giants, que estavam apenas dois pontos atrás no placar. Esse turnover, o único da partida, é que proclamou o destino da partida.

A bola voltou para as mãos de Eli, que faltando quatro minutos para acabar, botou o Giants novamente dentro da endzone para marcar seu TD. Pats não fechou as portas firmemente achando que facilmente reverteria o placar com apenas 1 minuto: escolha tola.

Brady foi sacado e forçado a lançar uma bola do tudo ou nada para dentro da endzone no estouro do relógio e não teve sucesso na jogada.

Dessa forma, New York Giants venceram o quarto título de Super Bowl da sua história.

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