Arquivo | julho, 2009

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Bate bola no Esporte Ágil

Postado dia 31 de julho de 2009 by Carlos Henrique

Sílvio Torres (conhecido como Ogro) nasceu em Corumbá, em 11 de fevereiro de 1970. Antigo praticante de jiu-jitsu e, agora, fundador do primeiro time de futebol americano de Mato Grosso do Sul, o Campo Grande Gravediggers, ele acredita que este esporte é uma forma de inclusão e defende sua prática. Nesta entrevista, ele conta ao Esporte Ágil as dificuldades para manter o time e a busca por apoio para a modalidade no Estado.

Matéria - Bate-bola: Sílvio Torres

Matéria - Bate-bola: Sílvio Torres

Funcionário público, atuando como técnico de anatomia e necropsia, afirma estar no esporte por “gostar muito”, já que o apoio ao futebol americano ainda é insuficiente no Brasil. Ele explica também sobre as diversas formas de se jogar o futebol americano e quais são os procedimentos necessários para os interessados em participar da equipe da Capital possam freqüentar os treinamentos e jogos.

Antes, entenda um pouco das características básicas deste esporte:

O futebol americano é disputado por duas equipes, com onze jogadores cada. A duração do jogo é de uma hora, dividida em quatro tempos de 15 minutos.

Existem três modalidades: grama, flag e areia. Na grama, o campo possui 109,8 metros de comprimento, por 48,8 metros de largura. O flag é disputado em um campo com comprimento máximo de 60 metros e mínimo de 50 metros e largura máxima de 40 metros e mínima de 35 metros. Na areia, o campo pode ter medidas variáveis de 80 jardas a 100 jardas [aproximadamente 72 metros a 95 metros].

Em todos eles, o objetivos é chegar ganhar o território do adversário, avançando sobre seu campo de jogo. Ao cruzar com a bola na linha final do time adversário, marcasse um touchdown, maior pontuação no jogo. Para saber mais sobre as regras, você pode visitar a página eletrônica da Associação de Futebol Americano do Brasil – AFAB.

Esporte Ágil – Como foi que você conheceu o futebol americano?
Sílvio Torres –
Foi desde o tempo que passava na Band com Luciano do Vale. Aliás, foi daí que comecei a jogar. Quando fui para o Rio de Janeiro em 2005 para fazer uma especialização na minha área. Ai, na academia conversando com os amigos, falávamos sobre os jogos que víamos na televisão. Aí fui procurando uns times para jogar. Então, ingressei no América Red Lines, que é uma seção do time de futebol. Só que lá, o jogo era na areia da praia.

Depois, quando voltei a Campo Grande, em 2006, para trabalhar novamente no Hospital Universitário, onde estou há 14 anos, eu ia para o Rio para jogar. Eu dividia minhas férias em três vezes de dez dias. Ia para lá, treinava numa quinta-feira, numa sexta e num sábado, no domingo jogava e, na segunda, voltava para cá.

Esporte Ágil – Pois é, tem futebol americano disputado na areia. Quais são as outras modalidades e as diferenças entre elas?
Sílvio Torres –
Os estados do nordeste e de regiões com praia têm times de areia. Mas, quando vão para São Paulo, por exemplo, também jogam na grama. As regras são as mesmas, o que muda é a vestimenta. No gramado se usa chuteira e os equipamentos de proteção, por exemplo. Você só modifica que no gramado não se usa ombreira, outros equipamentos, mas, a técnica para você interceptar, atacar, bloquear o adversário, é a mesma.

Tem também a modalidade flag, bandeira em inglês, que é onde os jogadores entram com um cinto e, caso eu agarre o cinto, o jogo já pode parar, não tem contato; é também chamado de futebol americano sem contato.

Esporte Ágil – As regras também são as mesmas?
Sílvio Torres –
Basicamente são as mesmas regras. O que é o futebol americano? É conquista de território. O time tem quatro tentativas de ataque para conquistar 10 jardas [aproximadamente 9,15m) do campo adversário. Conseguindo isso, tem mais quatro tentativas, e assim por diante, até atingir o que a gente chama de touchdown, ou TD. Chamasse assim porque no início, quando estava se formando o futebol americano, não bastava só cruzar a linha, você tinha que tocar com a bola no chão. Agora, não, desde que a bola cruze há pontuação. Às vezes, você fica fora do gramado, mas cruza a bola pelo lado de dentro, valeu a pontuação.?

Esporte Ágil – Muitas pessoas pensam, que por ser um esporte de contato, o futebol americano é um jogo violento, mas tem estratégias também. Pode citar algumas? E, como os jogadores se posicionam?
Sílvio Torres –
Você “canta” as jogadas por códigos (pelo nome e pela numeração). Um jogador tem que ter decorado pelo menos de dez a quinze jogadas básicas. Existe um livro de jogadas chamado playbook.

São na verdade, como se fossem três times num só; ataque, defesa e especiais. Existe o pessoal da linha de ataque, que é onde ficam o pessoal mais pesado, por exemplo, eu. E existem os que vão correr com a bola e os que vão lançar a bola. Cada um tem sua posição adequada a seu porte físico. O equipamento de cada um pode ser, de acordo com isso, mais pesado ou mais leve. Por exemplo, o cara que vai correr, não vai usar o mesmo equipamento que eu uso. Eu tenho que usar um equipamento que me permita bloquear. Praticamente eu não toco na bola. Existem inclusive posições em que você não pode tocar na bola.

Os special teames, ou times especiais são os que dão início ao jogo. Quando o cara chuta bola, tem uma formação no time dele e no time adversário. São dois times de especialistas. Tem o chutador (kiker) que vai chutar a bola, o outro vai receber vem correndo, onde eles se tocarem e a bola parar começa o jogo. Num time profissional, os caras só entram para fazer isso.

O punter também é um chutador, mas ele vai fazer um chute alto e longe. Porque quando ela tiver viajando, a gente ta correndo aqui em baixo, quando ela chegar na mão do jogador, a gente derruba ele. Se o chutador chutar reto demais, não dá tempo da gente chegar, por isso ele é especialista nisso, treina pra acertar isso.

No geral, a conquista de território é a forma onde você consegue maior pontuação no futebol americano.

Esporte Ágil – E como está a prática do futebol americano no Mato Grosso do Sul?
Sílvio Torres –
São 25 praticantes. Entre 15 e 38 anos de idade. Para fazer um jogo precisamos de 30 jogadores, para poder formar ataque, defesa e especialistas (os três times como falamos).

Não podemos jogar com menos porque cada um tem sua função. O time de ataque entra quando se está com a posse da bola, quando se vai avançar no território do adversário. O de defesa, que é quando o outro time está com a bola e se vai bloquear as jogadas dos adversários, vão impedir que a bola seja lançada para o jogador de corrida deles. Ou você derruba ele, ou você bate na bola. Enquanto a bola não chegar nele você não pode encostar nele.

Pretendemos ter cerca de 40 jogadores, porque é um esporte de paixão. Por causa das profissões de cada um, nem todo mundo pode estar presente nos treinos e jogos. Então, precisamos de jogadores.

Esporte Ágil – E no Brasil, com está o futebol americano?
Sílvio Torres –
Devemos ter mais de 30 times, com certeza. Existem modalidades diferentes, mais times participando em cada uma. Em São Paulo, por exemplo, com a rivalidade Corinthians e Palmeiras, criaram-se times de flag [bandeira, ou sem contato]. Mas de forma geral todos estão praticando. Estamos nisso por paixão, não é por dinheiro.

Esporte Ágil – Quais são as maiores dificuldades encontradas para a prática do futebol americano no Mato Grosso do Sul?
Sílvio Torres –
A maior dificuldade aqui foi encontrar praticantes. Apoio a gente buscou na ESPN internacional, que é uma rede de TV americana, que transmite os jogos. Mandei um e-mail e eles lerão no ar. Dizia para eles que eu tinha criado um time, o Campo Grande Gravediggers – que quer dizer coveiros em inglês. Chama-se Coveiros por causa da minha profissão, técnico em necropsia. Então, isso teve repercussão, comecei a receber e-mails de gente que queria participar. E, em 3 de fevereiro de 2007, nos encontramos pela primeira vez no estádio Morenão.

Esporte Ágil – Qual é a estrutura do Campo Grande Gravediggers? Quais os locais de treinamento?
Sílvio Torres –
Treinamos na base aérea de Campo Grande, aos sábados das 15h às 17h e nas segundas na praça esportiva do bairro Vilas Boas, das 19h às 21h, onde há a busca de novos jogadores.

Nós estamos montando um site, que ainda não está pronto, já tem o domínio [www.gravediggers.com.br], mas quando acessado, é transferido para o grupo do time no Yahoo. Acredito que, na primeira semana de setembro, já esteja no ar.

Teremos uniformes em breve, as cores serão, branco, preto e cinza, porque são mais fáceis de conseguir e mais baratas. Estamos buscando da seguinte forma, se a empresa, de clinica médica, por exemplo, quer apoiar, vai ter um espaço no site.

Esporte Ágil – Se alguém quiser participar do Campo Grande Gravediggers, o que precisa fazer?
Sílvio Torres –
Todos têm que assinar um termo de responsabilidade, tem que reconhecer a assinatura em cartório. Os menores, assinam os pais. Isso é pedido pelo porque o time é federado à Associação de Futebol Americano do Brasil (Afab) e é uma solicitação deles. Então, no termo, você reconhece que este é um esporte de intenso contato físico e qualquer lesão decorrente da prática deste esporte não pode ser atribuído ao time. Mas, as lesões que ocorrem são lesões comuns de qualquer esporte. Nós temos inclusive um jogador que lesionou a perna jogando futebol no domingo e no sábado treinou futebol americano e não teve problema nenhum. Agora estamos tirando este estigma de que é um esporte de porrada.

O fato de não saber as regras, as jogadas, também não é empecilho para entrar no time. Isso a gente ensina, temos apostilas, livros, a pessoa leva pra casa e lê.

Esporte Ágil – Quanto é o custo de manutenção do time? Quanto um jogador tem que desembolsar para poder ter condições de jogo?
Sílvio Torres –
É cobrada uma mensalidade de R$20,00 de cada jogador. Você entrando, recebe o protetor bucal que é o equipamento mínimo pra ser utilizado. Sem ele você não treina.

Os equipamentos básicos são chuteira e protetor bucal. Agora, tudo que você puder adquirir para sua proteção particular é interessante. No momento a gente está caminhando pra jogar sem capacete, mas com o resto todinho, que é o que os times do Brasil que não são de praia estão fazendo.

As pessoas também pensam: puxa, mas vou ter que jogar de capacete, com aqueles equipamentos todos? A gente tem os materiais e a gente compra importado usado, mas a maioria dos equipamentos servem por muito muito tempo. Por exemplo, tem universidades que vendem os equipamentos usados durante seis meses. Mas esses equipamentos servem para nós usarmos por muitos anos.

Esporte Ágil – Existe alguma competição programada?
Sílvio Torres –
Provavelmente em janeiro do ano que vem terá um campeonato nacional com seleções regionais. Vai ter uma seleção do Centro-Oeste. Existem times do Mato Grosso com alguns anos de existência, como o Cuiabá Arsenal, com 5 anos, o Tubarões do Cerrado, com 3 anos, e agente está engatinhando ainda.

Esporte Ágil – Na sua opinião, quais os benefícios que o futebol americano pode trazer a seus praticantes?
Sílvio Torres –
É um esporte muito abrangente. Pega desde 15 anos até 38 aqui em Campo Grande, por exemplo. Além de servir para várias faixas etárias, ele serve para qualquer tipo físico. Do mais magro ao mais gordo, todos têm sua posição no futebol americano. Se você é magro, pode ser um corredor.

Esporte Ágil – Você acredita que pode ser um esporte praticado muito nas escolas, como o futebol, ou voleibol, por exemplo?
Sílvio Torres
– Sim. É um esporte de inclusão. O futebol, por exemplo, inviabiliza que uma pessoa fora do peso consiga jogar porque ela não vai conseguir correr atrás da bola. É o que no futebol americano não existe. Você chegou ali e é pesado, todo mundo quer. Nós estamos precisando de gente pesada. Nós estamos correndo atrás justamente daqueles rapazes que tenham mais de 100Kg, 115Kg, que são aqueles armários que vão ficar ali na linha de ataque. No jogo, são cinco, estamos precisando de dois. Quanto maior o cara, neste momento, para nós, melhor. Mas todo mundo tem seu lugar.

O que as pessoas encontram ainda é uma certa resistência nessa questão de acharem que o futebol americano é um jogo violento. Na verdade até agora a gente não teve nenhum jogador que se machucou treinando ou jogando por causa de contato. Ninguém foi pra fisioterapia por causa do futebol americano [do contato].

Matéria publicada na Quinta-feira, 30 de Julho de 2009 às 12:01 pelo Esporte Ágil

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Futebol Americano já é prática levada a sério em MS

Postado dia 30 de julho de 2009 by Carlos Henrique

O esporte, bastante comum nos Estados Unidos timidamente entra no cotidiano de alguns campo-grandenses.

matéria - Futebol Americano já é prática levada a sério em MS

matéria - Futebol Americano já é prática levada a sério em MS

A idéia de trazer o Futebol Americano para terras sul-mato-grossense surgiu do técnico de necropsia Silvio Torres, de 42 anos. Ele já conhecia o esporte por ter jogado durante cerca de um ano no clube América Red Lions, do Rio de Janeiro.

Quando veio para Campo Grande queria jogar, mas não achava parceiros.

A saída encontrada foi enviar um e-mail para um canal de televisão especializado em esportes, informando sobre a sua vontade de montar um time aqui na capital.

Para a sua surpresa, no mesmo dia em que o seu e-mail foi lido no ar, duas pessoas lhe procuraram com interesse em montar o time.

O Campo Grande Gravediggers, ou Coveiros de Campo Grande, nome “perfeito”, considera o clube, como alusão à profissão de Silvio.

Em seus pouco mais de cinco meses de existência, o time reúne cerca de 20 jogadores. Ainda é pouco, já que um time completo da liga profissional americana deve ter pelo menos 33, mas segundo o criador do time, é um bom começo já que quase ninguém conhece o esporte aqui no Estado.

Como os equipamentos de segurança usados para a prática são muito caros e dificilmente encontrados no Brasil, por enquanto eles jogam somente com o protetor bucal, o único exigido pela Afab (Federação Brasileira de Futebol Americano).

Para Silvio, o time ainda é pequeno, mas tem regras que devem ser seguidas como em qualquer outro. Por exemplo, se um jogador passa quatro treinos sem aparecer, e sem um motivo que justifique realmente as faltas, ele poderá ser expulso. “Tem que ser assim, senão vira festa”. Conclui o esportista.

Os treinos ocorrem segundas-feiras, das 19 às 21 horas, em uma praça no bairro Jardim TV morena, e aos sábados entre 15 e 17 horas, na Base Aérea de Campo Grande. Quem tiver interesse em participar pode entrar em contato com o Silvio pelo celular 9257 3329.

Matéria publicada no Sábado, 19 de Julho de 2008 11:03 pelo Campo Grande News e replicada pelo Portal MS no dia seguinte.

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Primeira reunião aberta para todos os atletas e ex-atletas do Gravediggers

Postado dia 30 de julho de 2009 by Carlos Henrique

Nesta quarta feira dia 29/07/2009 foi realizada a primeira reunião do ano de 2009 aberta para todos os atletas e ex-atletas do Campo Grande Gravediggers. A reunião começou as 20:45 na sub-sede improvisada do time e teve como objetivo principal estabelecer as estratégias de regularização do Campo Grande Gravediggers.
Além de tratar sobre o assunto para a abertura do CNPJ do time, foi colocado em debate qual a melhor forma de uniformizar o time e os dias e locais de treinos disponíveis.
Houve o comparecimento de um grande número de atletas. Logo após a reunião foi feito um churrasco regado com muita cerveja e coca-cola, como forma de recompensar os presentes.
O evento se estendeu até uma da madrugada e foi muito produtivo. Maiores informações serão dadas no treino de sábado (01/08/2009) no campo da PE as 15:00 em ponto (lembrando que para a entrada na PE é obrigatório o uso de calça).
Acompanhem a nova fase do Campo Grande Gravediggers… Em breve mais novidades vindo por ai.

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Filipe (MLB) para a corrida do RB

Postado dia 30 de julho de 2009 by Carlos Henrique

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André: Aplicando Tackles desde 2003

Postado dia 28 de julho de 2009 by Carlos Henrique

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Treino específico para WR e CB

Postado dia 27 de julho de 2009 by Carlos Henrique

Sábado dia 25/07/2009 houve treino específico para Wide Receivers e Corner Backs.
Treino com muito frio, muita correria e muitas interceptações. Esse treino exigiu muito dos WRs e da precisão do QB para manter um bom aproveitamento das técnicas aprendidas pelos CBs. Um belo treino para um dia que prometia não ter nada…
No final do treino as posições se inverteram, WR jogaram de CB e CB de WR, isso proporcionou ainda mais visão aos dois lados de como executar com precisão suas tarefas.
As fotos do aquecimento já estão no ar. Aguardem por novos treinamentos específicos.

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Como Funciona o Jogo de Futebol Americano

Postado dia 26 de julho de 2009 by Carlos Henrique

O jogo


Um jogo de futebol americano consiste de uma série de jogadas de curta duração entre as quais a bola não está em jogo. É um jogo sobre ganhar território tanto como sobre marcar pontos.

São permitidas substituições entre as jogadas, o que abre as portas a
bastante especialização
, uma vez que os treinadores põem em campo os jogadores que pensam servir melhor para a situação específica seguinte. O jogo é muito táctico e estratégico.

Com 22 jogadores dentro de campo ao mesmo tempo (11 por equipe), cada um com uma tarefa atribuída para a jogada seguinte, as estratégias são complexas. Cada equipe precisa defender o campo atrás dele, time de defesa e/ou invadir o outro à sua frente, time de ataque. Basicamente, cada um quer ganhar terreno suficiente para que possa marcar um “touchdown“(jogada de seis pontos em que a bola é conduzida até o solo atrás da linha do gol do adversário) ou “field goal” (lance de três pontos no qual a bola passa sobre a barra horizontal e entre os postes da trave).

O objetivo do jogo é fazer avançar a bola até ao fim do campo adversário (end zone) e somar pontos. A equipe com mais pontos quando expirar o tempo de jogo ganha.

O jogo tem a duração de 60 minutos, e é dividido em duas metades separadas por um intervalo. Cada metade consiste de dois quartos com a duração de 15 minutos. As equipes mudam de campo no fim do primeiro e do terceiro quartos. Se um jogo estiver empatado ao fim do tempo regulamentar, joga-se um prolongamento. Os prolongamentos obedecem ao método de “morte súbita“, o que significa que a equipe que pontuar primeiro, seja de que forma for, ganha.

Um chute de saída é uma jogada especial usada para iniciar cada meio jogo, e também para reiniciar o jogo depois de cada field goal ou uma tentativa de conversão depois de um touchdown. Uma equipe chuta a bola, geralmente da sua linha de 30 jardas, embora um chute de saída possa ocorrer de outras zonas do campo devido a uma penalidade na jogada anterior. (na liga de futebol universitária, a bola é em geral chutada da linha das 30 jardas).

A bola deve ser chutada a partir do chão (e não no ar), e deve viajar pelo menos 10 jardas. A partir do momento em que a bola tenha viajado 10 jardas para o campo adversário, pode ser recolhida por qualquer uma das equipes. Em geral, a bola é simplesmente chutada com força para o campo adversário, mas por vezes uma equipe tenta recuperar o seu próprio chute, numa jogada que é conhecida como onside kick.

Usa-se um chute livre para reiniciar o jogo depois de uma falta, mas isso não acontece com freqüência. A equipe que foi encurralada na sua end zone e, portanto, concedeu dois pontos à outra equipe, chuta a bola da sua linha de 20 jardas.

Os pontos são ganhos das seguintes maneiras:

  • Um field goal, que vale 3 pontos, é conquistado colocando a bola no chão e chutando-a sobre a barra horizontal e entre os postes da trave vertical (o gol). (Se a tentativa for falha, a bola é devolvida à linha de scrimagge original – na NFL, o local do pontapé -, e a posse é dada à outra equipe).

  • Um touchdown, que vale 6 pontos, é conquistado quando um jogador tem a posse legal da bola dentro da end zone do adversário. Conquistar um touchdown é o principal objetivo da equipe de ataque.

Um ou dois pontos extra, podem ser obtidos depois de um touchdown. À equipe que conquistou um touchdown é dada uma tentativa de conversão (ou um try). A bola é colocada na linha de 2 jardas (na NFL) ou de 3 jardas (na liga de futebol universitária), e a equipe que conquistou o touchdown tem direito a desenvolver uma única jogada onde pode obter um ou dois pontos adicionais. A equipe que defende só pode obter pontos durante uma tentativa de conversão da outra equipe no futebol universitário, no qual se um defensor obtiver a posse
de bola e a transportar até à end zone adversária, a sua equipe obtém dois pontos. Esta regra foi adotada pela NCAA em 1990, mas não se usa em mais lugar nenhum.

  • Um ponto extra, com o valor de 1 ponto, obtém-se da mesma forma que um gol de campo durante as jogadas normais.

  • Uma conversão de 2 pontos é obtida da mesma forma que um touchdown durante as jogadas normais.

  • Uma falta, com o valor de 2 pontos, é obtida quando um jogador é empurrado ou sai do campo dentro da sua própria end zone enquanto tem a posse da bola.

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Novo prazo para comprar os Kits de equipamentos

Postado dia 24 de julho de 2009 by Carlos Henrique

Para tornar essa negociação o mais correta possível foi solicitada uma consulta formal a receita federal para ter a certeza que está tudo ok.

Contudo a receita informa que somente sexta feira Leia +

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Campo Grande GraveDiggers – 27/06 – Interceptação André Earp + TD

Postado dia 23 de julho de 2009 by Carlos Henrique

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Campo Grande GraveDiggers – 27/06/2009 – Tackle LB André Earp

Postado dia 23 de julho de 2009 by Carlos Henrique

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